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Um caso que tem gerado grande comoção nas redes sociais envolve a morte do cachorro Nicolau, após um ataque de um pastor alemão que estava solto sem guia em uma área de praia de Ubatuba.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Raphael aparece emocionado com o cachorro nos braços e relata a dor da perda. Segundo ele, o ataque ocorreu em um espaço público da praia. De acordo com o tutor, a dona do pastor alemão teria afirmado que o animal estava no local “cuidando da propriedade”, argumento contestado por ele.
Em entrevista à Rádio Costa Azul, Raphael contou que estava com a esposa e o cachorro passando o fim de semana em um veleiro ancorado no Saco da Ribeira. Na manhã de domingo, o casal decidiu conhecer a Praia do Flamengo e saiu de bote pela costeira. Durante o trajeto, eles resolveram parar na pequena faixa de areia da Praia da Dionísia. Neste momento, enquanto estava de costas para as casas próximas, um pastor alemão teria surgido correndo e atacado Nicolau.
Raphael relata que tentou conter o animal e conseguiu afastá-lo após imobilizá-lo. O cachorro dele, no entanto, já havia sido ferido. O casal decidiu procurar atendimento veterinário imediatamente.
Após o atendimento, Nicolau foi liberado e levado para casa, em Caraguatatuba. Porém, nas horas seguintes, o cachorro passou a apresentar fortes dores, dificuldade para se alimentar e novos episódios de sangramento. Pouco tempo depois, o animal morreu.
Além da dor da perda, a situação trouxe impactos emocionais à família. Segundo Raphael, Nicolau era considerado um cão de suporte emocional.
O tutor informou que registrou boletim de ocorrência e pretende acionar judicialmente a tutora do pastor alemão.
Em publicação nas redes sociais, Raphael destacou que a legislação brasileira estabelece que o responsável por um animal responde pelos danos que ele causar. Segundo ele, tornar o caso público também é uma forma de alertar sobre a importância da responsabilidade na guarda de animais.
“Meu cachorro não volta mais, mas situações como essa não podem continuar acontecendo”, afirmou.