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Ubatuba registrou 96 casos de dengue no início de 2026, sendo 94 apenas em janeiro. Após o último levantamento de infestação do Aedes aegypti, realizado em janeiro, o município intensificou as ações de combate ao mosquito, com nebulizações e bloqueio de criadouros em diferentes bairros.
Segundo a prefeitura, nos últimos dias, equipes atuaram com aplicação de inseticida na região central, no Sumidouro, na Pedreira Alta, na Vila Gonzaga e em áreas do Mato Dentro. No Itaguá, houve bloqueio de criadouros após a identificação de focos do mosquito. As ações seguem critérios técnicos e também são direcionadas a partir de denúncias feitas pela população.
Além da nebulização, continua o trabalho de vistoria casa a casa. Agentes de endemias percorrem imóveis residenciais em busca de recipientes com água parada, principal ambiente de reprodução do Aedes aegypti. A cidade também iniciou uma nova etapa de fiscalização em pontos considerados críticos, como recicladoras, depósitos de veículos e pátios, locais que concentram grande volume de materiais e exigem acompanhamento constante.
Esses espaços passam a receber um produto residual voltado ao controle do mosquito adulto. A mesma estratégia deverá ser adotada em imóveis especiais, como escolas, unidades de saúde e prédios públicos, após autorização dos responsáveis.
Conforme a administração, outra frente de trabalho atua no controle de roedores, com ações semanais em áreas mapeadas. As equipes também passaram por treinamento para ampliar o uso de técnicas de controle do vetor, em uma tentativa de reduzir rapidamente os índices de infestação.
Especialistas lembram que, apesar das ações públicas, a maior parte dos focos do mosquito continua dentro das residências. Eliminar água parada, manter caixas-d’água fechadas e permitir a entrada dos agentes de saúde são medidas decisivas para conter o avanço da doença.