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Uma mulher foi presa por desacato, lesão corporal e prática de racismo após uma confusão envolvendo guarda-vidas temporários, familiares e policiais militares na Praia Grande, em Ubatuba, na manhã de quinta-feira (8). Imagens de câmera de segurança mostram o início da confusão, mas não é possível ouvir áudio do momento.
De acordo com o registro policial, os policiais militares relataram que, durante patrulhamento, foram acionados por Angélica, que informou que “uma criança estaria desaparecida”. Ainda segundo o BO, ela alegou que “teria solicitado auxílio aos guarda-vidas, afirmando não ter sido atendida”.
O boletim descreve que a criança foi localizada e depois disso “iniciou-se um desentendimento entre Angélica, familiares e guarda-vidas, evoluindo para agressões físicas mútuas”. Ela estava acompanhada de seu marido, cabo da PM que ao estava de serviço. Os policiais afirmaram que “não presenciaram o início dos fatos”, mas encontraram “grande tumulto, com partes exaltadas e desobedecendo ordens”, sendo necessário “conter e algemar um dos guarda-vidas até a chegada de apoio”.
Em depoimento, os guarda-vidas relataram que, quando Angélica pediu ajuda, estavam empenhados em atendimento de salvamento no mar e não puderam atendê-la de imediato. Ainda conforme o BO, eles declararam que passaram a ser ofendidos verbalmente por Angélica e seus familiares, inclusive com xingamentos de cunho racial, o que culminou em agressões físicas. Os profissionais também informaram.
Angélica e seus familiares afirmaram que o conflito começou após a suposta recusa de ajuda dos guarda-vidas, que teriam passado a ofendê-la, e negaram a prática de injúria racial, dizendo que apenas revidaram ofensas. Já testemunhas relataram agressões contra guarda-vidas já imobilizados e possíveis ofensas raciais
Todos foram conduzidos a Delegacia e a mulher acabou presa pelos crimes de desacato, lesão corporal e prática de racismo, conforme tipificação apresentada no boletim.